Contei uma parte da minha viagem, resumi, é claro... tenho tempo para contar em detalhes, especialmente sobre o idiota do Matheus, não quero contar agora, vai que Bru ouve. Fomos para a sala onde estavam os meninos, convenci-os a me deixarem fazer o brigadeiro. Depois de muito insistir:
-Ah deixa... eu aprendi bem com a Tami!- implorei.
-Tami pra cá, Tami pra lá- diz Alana bufando e revirando os olhos.
-Não bravinha assim...- disse a abraçando, debochando.
-Não, você vai intoxicar todo mundo aqui!- protestou Bruno. Jean apenas ria da situação.
-Fica quieto oompa loompa!- debochei dele.
-Ah... agora você chamou pra briga- ele vem correndo em minha direção, fugi dele, pulei o sofá, até que ele conseguiu me pegar e me jogou no sofá caindo por cima. Ele colou nossos lábios por um breve momento.
-Ham ham- pigarreia Alana que estava parada ao nosso lado- Cade o brigadeiro?
-Ah claro!- disse empurrando Bruno e saindo rapidamente até a cozinha.
-Que isso? Me trocando por um brigadeiro?- pede ele.
-Perdeu playboy, brigadeiro é vida!- brinquei e todos riram.
-Depois dessa acho melhor você procurar uma boa resposta- fala Jean para Bruno.
-Deixa ela achar que está no controle, mais tarde eu domino a fera...- falou e eu corei, lançou-me um olhar safado.
-Agora eu senti firmeza- fala Jean fazendo todos rirem.
Alana veio me "ajudar" a fazer o brigadeiro, na verdade o que ela fez foi ficar plantada ao meu lado, falando besteira... como eu sentia saudade do jeito abobalhado dela!
-Pronto!- cheguei na sala com a panela em mãos.
-Você não acha que deveria colocar isso aí- diz apontando para a panela- em uma vasilha?
-Ai não sabe de nada e quer dar palpite, isso se chama brigadeiro de panela então tem que ficar na panela- respondi.
-Ainda que isso é doce, vamos ver se te adoça, Ô mulher azeda- brinca ele.
-Me ame menos- digo me aproximando e dando-lhe um selinho.
-Não dá- diz ele abrindo um lindo sorriso.
-Hey, desculpe atrapalhar os pombinhos, mas eu quero experimentar brigadeiro!- falou Jean arrancando a panela de minhas mãos, se queimando por estar quente e a colocando rapidamente na mesa de centro.
-Isso inteligência! Derruba todo o brigadeiro no chão!- fingi estar brava.
-Desculpa- diz ele fazendo biquinho e fazendo todos rirem, ele é meio calado, mas quando se solta é um palhaço.
Sentamos no sofá e comemos o brigadeiro, eles AMARAM, brincamos, gargalhamos e por fim Bruno quis ir pra casa, já estava ficando tarde.
-Você vem comigo ne?- pediu ele escorado na porta.
-Hum... não sei- coloquei a língua pra fora.
-Ah vai sim!- disse passando a mão pela minha cintura causando-me arrepios.
-Okay, mas já vou avisando que estou super cansada pela viagem...
-Eu faço o cansaço sumir rapidinho- lançou-me um olhar safado.
-Ah é? Como?
-Assim!
Ele me empurrou contra a parede apoiando suas mãos no meu quadril, uniu rapidamente nossas bocas me tirando o fôlego.
-Tem razão...- falei respirando fundo- vou pegar roupas!
Avisei a Alana que ia para a casa de Bruno e partimos.
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(Escute essa música até terminar o hot <3 )
Ele foi na frente e eu o segui, percebi que ele não tirou alguns enfeites pequenos de natal, que preguiçoso. Ele entrou primeiro e eu fiquei um pouco ali fora, matando a saudade desse lugar, lembrando do que passamos... logo acordei de meus pensamentos e entrei.
Ele foi na frente e eu o segui, percebi que ele não tirou alguns enfeites pequenos de natal, que preguiçoso. Ele entrou primeiro e eu fiquei um pouco ali fora, matando a saudade desse lugar, lembrando do que passamos... logo acordei de meus pensamentos e entrei.
Ele não estava na sala, nem na cozinha, nem no banheiro, fui até o quarto e quando mal entrei sinto mãos envolvendo minha cintura, ele me virou de frente para si, iniciamos um beijo caloroso, pulei em seu colo envolvendo minha pernas em seu corpo. Assim, ele me prendeu contra a parede e suas mãos apertavam minhas coxas freneticamente. Depois de algum tempo eu senti algo começar a roçar entre as minhas pernas e comecei a movimentar meu quadril para excitá-lo mais ainda. Ele estava me levando à completa loucura, nesta altura do campeonato eu não sabia nem mais meu nome, tudo o que precisava era te-lo em mim.
-Como faz isso comigo?- pede ele rente ao meu ouvido, já suspirando.
-Fácil... eu te amo!- falei e ele sorriu.
Rapidamente ele fechou a porta com o pé e me levou até a cama. Fiquei imóvel, deixei-o fazer o que quisesse comigo. Ele tirou meu casaco e minha blusa de uma só vez, e começou a rodear meus peitos, ainda cobertos pelo sutiã, de beijos e carícias. Desceu com os beijos pela minha barriga pelo "caminho da felicidade", voltou até na minha boca me deixando "na vontade". Isso era tortura demais. Em um instante o empurrei para o lado caindo por cima dele, o peguei de surpresa, eu acho, pelo menos julguei isso quando vi sua expressão. Dei um sorriso safado ao qual ele respondeu apertando minha cintura. Tirei sua camisa rapidamente, ela estava me incomodando, queria ver seu corpo, sua pele, a qual me hipnotizava tanto... Hoje tinha uma coisa a mais, um sentimento de saudade, meu corpo implorava pelo dele. Abri o botão e puxei sua calça para baixo em um só movimento, ele me ajudou tirando os sapatos. Passei minha mão levemente sobre sua cueca e ele revirou os olhos... eu estava afim de provocar. Assim fiz.
Fiquei de pé na cama e tirei minha calça, abri meu sutiã e joguei para ele. Ele cheirou-o e tocou para algum canto do quarto, balancei meu seios na frente de seu rosto, e impedi dele apertá-los segurando sua mão. Ele tentou abocanha-los mas me afastei, fiz sinal e ele se deitou... tirei sua cueca e seu membro saltou, me aproximei mas apenas passei delicadamente meu lábios, sentei sobre seu colo ainda com a calcinha.
-Para de me torturar...- disse ele com a voz falha.
Nisso ele pegou na minha cintura e me virou, ficando por cima, em uma velocidade incrível tirou minha calcinha e ficou observando meu corpo, o que me deixou com uma certa vergonha... ele encostou nossas testas e fixou seu olhar no meu e encostando nossos lábios.
-Eu te amo- diz ele em alto e bom som.
-Eu amo você! Preciso de você! Agora...- implorei, ele sorriu e rapidamente senti-o em mim.
Os movimentos estavam lentos e delirantes, mexia em seu cachinhos e respirava ofegante soltando suspiros em seu pescoço, fazendo ele se arrepiar... me virei assim que vi que ele estava cansando ficando em seu colo apenas rebolando. Que saudade de tudo isso! Depois de um tempo alcançamos nosso clímax juntos. Não teve nada de radical, louco ou diferente nesse momento, "apenas" duas pessoas se amando.
Fomos juntos tomar banho e lá trocamos carícias e beijos. Coloquei meu pijama e deitei na cama esperar ele que logo veio.
-Bella- disse ele- depois disse eu tenho certeza de que não vivo sem você... é a mulher da minha vida, eu amo você!- falou fazendo-me abrir um sorriso bobo.
-Você existe? Te amo!
Deitei minha cabeça em seu peito e assim adormeci.
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Acordei meios estranha, tinha sonhado com Elisabeth e Natalie... elas só aparecem quando estou com o Bruno, tanto que no Brasil eu até tinha me esquecido delas. Neste elas estavam rodando de mão dadas, uma espécie de ciranda. Logo atrás havia nossa velha casa, eu me lembrava dos dias em que meu pai estava doente... Bruno sentou-se ao meu lado em um banco que ali tinha,
-Tempo que não via elas assim... felizes! Sua presença faz bem a elas!- disse ele sorrindo.
-Lógico eu sou a mãe, não sou? Tive que voltar, essa é minha vida...
Ao relembrar esse trecho senti uma sensação estranha, como se Beth e Naty fosse parte do Bruno e não minha, no primeiro sonho, quando a nuvem se foi com Bru, elas também sumiram, no segundo, quando ele descobriu sobre Charlie e foi embora, elas também sumiram... agora quando eu voltei a estar na vida dele elas novamente aparecem.
Fiquei fitando o teto intrigada, diferente dos demais, esses sonhos mexem comigo. Parecem que são um aviso, não sei, nunca fui de acreditar em coisas sobrenaturais. Mas pense bem, os dois primeiros sonhos foram ruins, o primeiro envolvia minha família, especificamente meu pai, que estava doente, e o Bruno tinha ido embora com a nuvem. O segundo brigamos por Charlie, meu irmão, meu passado oculto. Se você prestar bem a atenção, a minha família veio pra cá no Natal, e por causa de uma ligação de minha mãe que não revelei ele me acusou de esconder o passado. Tem que analisar com calma, mas nos sonhos também brigamos pelo passado/família. É confuso. Pelo menos esse sonho foi feliz, e se forem avisos, estou esperançosa com esse.
Era cedo, mas o sono havia sumido então decidi levantar e ver se tem algo pra assistir, mesmo tendo quase certeza de que, a essa hora, não tenha algo bom. Peguei uma coberta e a levei até a sala, joguei-a no sofá e peguei para o café da manhã. Passei por vários canais, mas nada de interessante. Estava com frio então fui até a cozinha e fiz um chocolate quente e pus três marshmallows.
O tempo estava passando rápido até, se você contar o tédio que eu estava sentindo. Da uma vontade imensa de acordar o Bru, mas sei que ele não gostaria muito, pelo menos eu não gostaria nem um pouco. Acabei adormecendo no sofá.
Fiquei de pé na cama e tirei minha calça, abri meu sutiã e joguei para ele. Ele cheirou-o e tocou para algum canto do quarto, balancei meu seios na frente de seu rosto, e impedi dele apertá-los segurando sua mão. Ele tentou abocanha-los mas me afastei, fiz sinal e ele se deitou... tirei sua cueca e seu membro saltou, me aproximei mas apenas passei delicadamente meu lábios, sentei sobre seu colo ainda com a calcinha.
-Para de me torturar...- disse ele com a voz falha.
Nisso ele pegou na minha cintura e me virou, ficando por cima, em uma velocidade incrível tirou minha calcinha e ficou observando meu corpo, o que me deixou com uma certa vergonha... ele encostou nossas testas e fixou seu olhar no meu e encostando nossos lábios.
-Eu te amo- diz ele em alto e bom som.
-Eu amo você! Preciso de você! Agora...- implorei, ele sorriu e rapidamente senti-o em mim.
Os movimentos estavam lentos e delirantes, mexia em seu cachinhos e respirava ofegante soltando suspiros em seu pescoço, fazendo ele se arrepiar... me virei assim que vi que ele estava cansando ficando em seu colo apenas rebolando. Que saudade de tudo isso! Depois de um tempo alcançamos nosso clímax juntos. Não teve nada de radical, louco ou diferente nesse momento, "apenas" duas pessoas se amando.
Fomos juntos tomar banho e lá trocamos carícias e beijos. Coloquei meu pijama e deitei na cama esperar ele que logo veio.
-Bella- disse ele- depois disse eu tenho certeza de que não vivo sem você... é a mulher da minha vida, eu amo você!- falou fazendo-me abrir um sorriso bobo.
-Você existe? Te amo!
Deitei minha cabeça em seu peito e assim adormeci.
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Acordei meios estranha, tinha sonhado com Elisabeth e Natalie... elas só aparecem quando estou com o Bruno, tanto que no Brasil eu até tinha me esquecido delas. Neste elas estavam rodando de mão dadas, uma espécie de ciranda. Logo atrás havia nossa velha casa, eu me lembrava dos dias em que meu pai estava doente... Bruno sentou-se ao meu lado em um banco que ali tinha,
-Tempo que não via elas assim... felizes! Sua presença faz bem a elas!- disse ele sorrindo.
-Lógico eu sou a mãe, não sou? Tive que voltar, essa é minha vida...
Ao relembrar esse trecho senti uma sensação estranha, como se Beth e Naty fosse parte do Bruno e não minha, no primeiro sonho, quando a nuvem se foi com Bru, elas também sumiram, no segundo, quando ele descobriu sobre Charlie e foi embora, elas também sumiram... agora quando eu voltei a estar na vida dele elas novamente aparecem.
Fiquei fitando o teto intrigada, diferente dos demais, esses sonhos mexem comigo. Parecem que são um aviso, não sei, nunca fui de acreditar em coisas sobrenaturais. Mas pense bem, os dois primeiros sonhos foram ruins, o primeiro envolvia minha família, especificamente meu pai, que estava doente, e o Bruno tinha ido embora com a nuvem. O segundo brigamos por Charlie, meu irmão, meu passado oculto. Se você prestar bem a atenção, a minha família veio pra cá no Natal, e por causa de uma ligação de minha mãe que não revelei ele me acusou de esconder o passado. Tem que analisar com calma, mas nos sonhos também brigamos pelo passado/família. É confuso. Pelo menos esse sonho foi feliz, e se forem avisos, estou esperançosa com esse.
Era cedo, mas o sono havia sumido então decidi levantar e ver se tem algo pra assistir, mesmo tendo quase certeza de que, a essa hora, não tenha algo bom. Peguei uma coberta e a levei até a sala, joguei-a no sofá e peguei para o café da manhã. Passei por vários canais, mas nada de interessante. Estava com frio então fui até a cozinha e fiz um chocolate quente e pus três marshmallows.
O tempo estava passando rápido até, se você contar o tédio que eu estava sentindo. Da uma vontade imensa de acordar o Bru, mas sei que ele não gostaria muito, pelo menos eu não gostaria nem um pouco. Acabei adormecendo no sofá.
***
Acordei lentamente às 11:30 AM, estava me sentindo disposta, renovada, e com frio. Não sei o que aconteceu, mas estou me sentindo muito bem. Peguei umas pantufas e fui na cozinha fazer café da manhã pro Bruno. Peguei o cereal, fiz outro chocolate quente com chantili e dois cookies, precisava mimá-lo.
Estava colocando tudo em um pratinho quando senti mão quentinhas em minha cintura.
-Bom dia!- diz ele abraçado em minha cintura, dando-me um beijo na bochecha. Eu estava de costas para ele ainda.
-Bom dia!- falei sorrindo e me virando. Demos um selinhos e voltei a arrumar seu café, tinha a intenção de levar na cama, mas...
-O que ta fazendo aí?- pede ele tentado espiar por cima dos meus ombros...
-Isso!- falei me virando.
-Ah amor, não precisava...- diz ele me beijando, ao poucos colocou a mão em minha cintura e me levantou, fazendo-me sentar na bancada.
-Não vai comer?- pedi atrapalhando o beijo.
-Vou sim!- diz ele mordendo os lábios de forma safada.
-Safado! Estou falando do que preparei...
-Ah é!- diz ele sorrindo e indo em direção da mesa com o prato.
-O que vamos fazer hoje?- pedi.- Cinema ou zoológico.
-Cinema- diz ele sorrindo todo sujo de chocolate.- Não gosto muito de zoológicos- torceu os lábios.
-Por quê?
-Eles ficam lá, presos... você gostaria de ficar presa em um quarto sua vida inteira?- pede ele.
-Se você fosse o responsável por mim, sim- falei mordendo os lábios.
-E depois eu que sou safado... Sinto lhe informar, mas zoofilia ainda é crime- ele falou.
-Ta me chamando de animal?- me indignei.
-Não, magina- debochou.
-Seu folgado!- Bati em seu braço.
Ele terminou de comer e eu lavei a louça.
-Que tal ir na Yummy Sugar?- ele deu a ideia.
-É, boa ideia! Vai que ganhamos mais bombons- ri.
Coloquei um casaco mais grosso e fomos.
- Hey moças! Volteeiiii!! O cap n ta tão pequeno né? O tempo n colaborou mt pra postar esses dias :/ Mas... estou aqui, se eu postar mais um essa semana postarei amanha, pq nesse findi tenho festa e tals :p Bjs girls, espero que gostem ^^




Uuiii q safadenhoooss :3
ResponderExcluirhahaha
ExcluirAhhhhh que divo esse capitulo hahahaha Espero que tenha mais fofura por aí viu Carol :D
ResponderExcluirUiiiiiii, nem são safados hahahaha principalmente a pessoa q escreve n eh ne um pouco ne hehehehe
ResponderExcluirBy Maria ;)
Eu??? eu n :p 3:)
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